Tenho-vos a dizer que tal é soberbo. Jamais se verá e ouvirá algo assim! Fiem-se nas minhas palavras que irão por um bom caminho. Ora vejemos:
Todos os direitos reservados ao autor deste texto e produtor e director do programa Show do Unas
O Texto segue-se assim. Vede primeiro e depois então leio-o. :P
(som do mosquito)
"zzzz zzzzz zzzzz
Não é legenda de BD
Mais o que se ouve
Mas não se vê.
Entre crepúsculos cerramos pestana,
Quando peste alada nos atazana.
Um vil zumbido a meio da noite
castiga mais que na nádega um açoite.
Não sei se é de mel como mosquito
Deixa-me aflito,
Alto, quase grito.
Sinto o bater das suas asinhas,
E enquanto o meu sangue rapinas
Tu merecido sonho assassinas.
Aguardo com inercia que pouses.
Estou paranóico,
Já oiço vozes,
Sinto comichões por todo o corpo
Em suor esperneio como um louco.
E há silencio... por tempo... pouco.
...
Quando o assunto por fim está esquecido
à puta, já me pousaste no ouvido.
Esbracejo e pousas-me na testa,
Acabando com a pouca paciência que me resta,
Da noite o escrutem,
Do sono bruma.
Ganas de arrancar-te as asas uma por uma
A minha derme será a sua tumba.
Esmagar-te-ei corpo e cabeça
Sem que amanheça,
Sem alguma pressa,
Prometo, para mim é mais que certo,
Irritante e miserável insecto.
Mais possesso quando reparo fico,
Que sem aviso me deste um pico.
Infame bicho,
Tu tens mil manhas
sugas-me o sangue das entranhas.
Raios!!!
É já uma questão de honra,
Este acéfalo morrerá, porra.
Vampiro antro-pede de hemofílico,
Aceleras-me o batimento cardíaco,
De raiva, de nervos até ah loucura,
Acendo a luz à tua procura,
nas paredes brancas de todo o quarto,
preparo ambas as mãos para o impacto.
Mas tu és esperta,
Sabes que te mato.
Se a voar ao meu alcance te caço,
Por isso das tréguas de investida.
E não das nenhum sinal de vida.
Apago a luz,
Afago a almofada,
Inspiro...
Suspiro...
Acabou-se.
Quando de novo ao longe zzzz oiço,
Desespero...
Dou chapadas no braço, na perna, no ombro e no cachaço.
Irra, merda o que é que eu faço?
Não estou num circo e sinto-me palhaço?
Recorro a mais esperta evasiva
Praguejo a insurdina:
Expectativa.
Cubro-me com os lençóis só com uma frincha de ar,
Transpiro, até a cabeça incha,
Com os suores lençóis são sudário
A cama o meu atroz calvário,
Puta da melga que desassossega,
E que me ganha nesta refrega.
Será maldito o cabrão do mosquito,
Que tem as minhas veias como fito.
Cansado, desta contenda desisto.
Levanto-me, e vou fazer um programa sobre isto..."
(som do mosquito)
"zzzz zzzzz zzzzz
Não é legenda de BD
Mais o que se ouve
Mas não se vê.
Entre crepúsculos cerramos pestana,
Quando peste alada nos atazana.
Um vil zumbido a meio da noite
castiga mais que na nádega um açoite.
Não sei se é de mel como mosquito
Deixa-me aflito,
Alto, quase grito.
Sinto o bater das suas asinhas,
E enquanto o meu sangue rapinas
Tu merecido sonho assassinas.
Aguardo com inercia que pouses.
Estou paranóico,
Já oiço vozes,
Sinto comichões por todo o corpo
Em suor esperneio como um louco.
E há silencio... por tempo... pouco.
...
Quando o assunto por fim está esquecido
à puta, já me pousaste no ouvido.
Esbracejo e pousas-me na testa,
Acabando com a pouca paciência que me resta,
Da noite o escrutem,
Do sono bruma.
Ganas de arrancar-te as asas uma por uma
A minha derme será a sua tumba.
Esmagar-te-ei corpo e cabeça
Sem que amanheça,
Sem alguma pressa,
Prometo, para mim é mais que certo,
Irritante e miserável insecto.
Mais possesso quando reparo fico,
Que sem aviso me deste um pico.
Infame bicho,
Tu tens mil manhas
sugas-me o sangue das entranhas.
Raios!!!
É já uma questão de honra,
Este acéfalo morrerá, porra.
Vampiro antro-pede de hemofílico,
Aceleras-me o batimento cardíaco,
De raiva, de nervos até ah loucura,
Acendo a luz à tua procura,
nas paredes brancas de todo o quarto,
preparo ambas as mãos para o impacto.
Mas tu és esperta,
Sabes que te mato.
Se a voar ao meu alcance te caço,
Por isso das tréguas de investida.
E não das nenhum sinal de vida.
Apago a luz,
Afago a almofada,
Inspiro...
Suspiro...
Acabou-se.
Quando de novo ao longe zzzz oiço,
Desespero...
Dou chapadas no braço, na perna, no ombro e no cachaço.
Irra, merda o que é que eu faço?
Não estou num circo e sinto-me palhaço?
Recorro a mais esperta evasiva
Praguejo a insurdina:
Expectativa.
Cubro-me com os lençóis só com uma frincha de ar,
Transpiro, até a cabeça incha,
Com os suores lençóis são sudário
A cama o meu atroz calvário,
Puta da melga que desassossega,
E que me ganha nesta refrega.
Será maldito o cabrão do mosquito,
Que tem as minhas veias como fito.
Cansado, desta contenda desisto.
Levanto-me, e vou fazer um programa sobre isto..."
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