segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Aquilo Que Nunca Te Direi

Tenho pena de pena secalhar nao ter... 
Mas de tanta pena minha talvez que não tenha por pena ter,
a pena que só a mim me compete ter.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Descriptination

I fucking hate what everyone likes
And I fucking like what everyboy hates.
It's just me... don't mind... I love this adrenaline of knowing I'm just stupid to your eye to simply deceive you.


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

TMUC - Voar

Sem duvida que o que vale a pena na vida de ser ouvido, merece ser mencionado!




"Voar" da Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra (letra):


Passei toda a noite acordado e sonhei
que te tinha a meu lado e cantei
pr'acalmar, o coração

E os ceus, todo a noite a escutar cantos meus
pareciam dançar no adeus
que lancei à solidão

Sei que fingia
que a minha agonia
se escoava no meu cantar

Não me envergonho
de viver neste sonho
porque nele eu posso voar

Surgia!
A alvorada e minh'alma sentia
que podia erguer-se com o dia
num perfeito amanhecer

Mas não!
Não voltaste e o meu coração
desolado partiu-se no chão
para nunca mais sofrer

Sei que fingia
que a minha agonia
se escoava no meu cantar

Não me envergonho
de viver neste sonho
porque nele eu posso voar

Sei que fingia
que a minha agonia
se escoava no meu cantar

Não me envergonho
de viver neste sonho
porque nele eu posso voar



(link para outro video, com outra qualidade no youtube: Voar)
(All rights reserved to the author and the band (tuna) Tuna Medicina da Universidade de Coimbra® - Voar®)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Louvado Fado

E quando o mar
cobre toda a nossa costa
olhamos sobre os ombros
e vemos ao nosso largo, o que encosta,

não somos folhas de árvores
caídas no chão
com nenhuma vontade própria
para que nos possam dizer que não.

Somos alguém.
E esse alguém com vontade,
vontades estas que são admiradas por quem...
sabe que a dor também chora quando sabe a verdade.

Ai quem me dera,
que sentisses o que escrevo
e que percebesses o que sinto,
como quando o sol esbate sobre o vento.

Que carnificina esta,
assistida por mim.
Que outrora amado,
agora me vejo no fim...

De explicar-te o que escrevo,
pois se escrevo é porque sinto,
E sinto que lamento
que as coisas tivessem que ficar assim,

Pois só um olhar teu
Uma conversa tua,
Despertara em mim
A memoria da saudade sua.

Saudade esta que mata.
Inferniza-me a alma,
Me rasga o peito
Queimando a ilusão de um dia novamente estar no teu leito.

Fado, triste, fado...
O que será um dia, deste pobre mal amado...
Sem ter a seu lado 
O agradável sofrer louvado.

Sofrimento quente
Que resistia qualquer tempestade,
E se alastrava com a brisa potente
Que ambos sopravam com vontade.

E como todas aquelas cartas,
Que terminavam com ternura e carinho...
Não me despeço com "Amo-te" ou "Beijinho"
Mas com um sorriso na cara de saber que um dia acreditaste em mim e não noutra gente!

Mas temo que esta verdade,
louvada, crua mas santa,
te tirasse liberdade.
Como aquele que pisara qualquer planta

Sem de mim quereres saber
Mantive-me à espera no palanque
E ainda hoje espero para perceber...
Fora este o desejo que pediste à esfera da cartomante?



segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Soluções de Risco

Antes de mais, para percebermos o que advém, tenho que dar o meu lado da perspectiva sobre o que são Soluções de Risco, sem nada a ter a haver com o carácter de negocio e gestão, que este termo tanto tem.
Soluções de Risco - são todo o tipo de hipóteses colocadas, em alguns casos sugestionados por outrem, que trarão uma conclusão a uma problema circunstancial da vida ou não, imediato, no entanto que inadvertidamente num futuro próximo ou a longo prazo possam trazer arrependimento para a pessoa que a tomou, apesar de até estar bem de vida.

É um risco poder vir apontar para um blogue com intuito próprio tanto de devaneio do titular como para afirmar o que a sociedade sente e passa pelos meus próprios olhos, em muitas das questões, sem ser realmente aquilo que queiram expressar.
Não me enquadro nos ritmos cardíacos da nossa comunidade quando esta, no seu próprio estigma, tem por intuito fazer tudo menos o que é previsível.

Serei eu o mal acostumado ou seremos simplesmente todos cegos da esperança que um dia alguém compreenderá todo o nosso mal?
Poderá haver o perdão puro, com a vontade de um dia deixar para trás simplesmente o que esteve mal e não esquecer tudo aquilo esteve antes e depois do acto classificado de maligno?
Poderemos nós seres, racionalizar correctamente de acordo com as nossas próprias convicções, modos de pensar, sentimentos, características próprias que todos os dias nos definem como próprios, únicos e até mesmo muita das vezes inoportunos nas nossas próprias maneiras de ser, a casos próprios da vida que só a nós nos dizem respeito, pois fôramos nós que os tivéssemos criado sem que seja necessário recorrer a outros para que estes possam expressar as vontades que têm no momento em agir de tal situação, só porque afirmam saber o que fazer e fazer bem, já que de longe se encontram perturbados pela historia decorrida nos corpos de quem assistem, e tomam por vontade uma obrigação em mudar o decorrer da história fazendo com que alguém possa sofrer?!

As frases, outrora, feitas por senhores biblicais, que se distinguem pelo apreso da população mais que comum que nega o acto de pensar e agir da forma , nos seus casos reais, mais correcta e assertiva com intuito de acreditar naquilo que fará sem se arrepender, dão a nós mesmos a força escondida em nós e semelhança que encontram relativamente a estados de espírito. Mas o estado de espírito em que esta frase tivera sido dita, certamente que, encontrava-se subjacente a um momento especifico da vida de quem a profanou. Obviamente não querendo dizer que esta não pode-se ser enquadrada no meio de tantos outros casos. No entanto, há momentos em que nós próprios temos de olhar para nós mesmos e sentir no nosso palato as próprias palavras que queremos que sejam realmente ditas. Sem nada a esconder, porque é que nós, seres que nós próprios nos caracterizamos comuns, com um sentido em rodeio da vida de esquisito, sem um dia sermos recordados por todos o quão grande que fomos pessoal ou intelectualmente, arriscamos o mesmo e construímos nós mesmos essas frases feitas que distinguirão o nosso lado negro, que é, os momentos essenciais de aprendizagem que a nossa vida nos reserva e/ou reservou?

Se tudo isto é enquadrado como uma pergunta muito genérica, a meu ver, decerto que as pessoas que possivelmente leiam isto acharão que isto é a solução para os seus problemas. E no meu entender, este tipo de questão é uma solução de risco.
E isto tudo, porque, das piores actitudes que possamos tomar, apesar de ajudar, é utilizar algo completamente questionável como uma solução e bom partido, mas com resultados gratificantes.
O risco, no meio de tudo é o facto de indevidamente trazer consequências maiores para quem lê o que os outros citam. Quebramos um conceito de originalidade própria, mas aumentamos um estatuto de cultura... talvez nem isso, já que a "World Wide Web" é o melhor amigo do cão (woops)... (reformulando) melhor amigo do Homem. Uma simples pesquisa, encontramos algo que se assemelhe ao que nos aconteceu para a frase ser considerada, feita! É feita, não só para um caso, mas milhões deles, mesmo até que não tenha sido com esse intuito.
Frases soltas há imensas, mas como aquelas que passam na cabeça de muitas pessoas na altura dos acontecimentos, não há igual. O mesmo definiu estas quando foram escritas. Algo que sai, não por ser natural e sentido, e é refeito um ou duas vezes para atingir o objectivo de fazer um sentido tremendo, de longe que merece o agrado de quem quer seja. No entanto continuam a ser uma solução para todo o tipo de casos.

Tanto, estas mesmas frases, não são as únicas a sofrer do mesmo síndrome... já que tanta gente se queixa de originalidade, sou humilde ao ponto de admitir que isto só é possível quando temos uma certa influencia do mundo que nos rodeia, se não fosse isto, não seriamos quem somos hoje... a começar com o 1ª ano de escolaridade onde tudo começa... "ler" e "escrever". Desde pequenos que somos influenciados, mas influenciados sobre a ideia correcta que tudo está bem, até nós mesmos assimilarmos o tal 1+1=2 e percebermos que se tivesse dito aos pequenos que o 2 era 3 e o 3 era 2 ... até hoje, o mundo faria sentido pela simples presença que só um especialista na área conseguiria descrever o termo correcto para este assunto que aqui retrato. Por dizer um, dois três e estar a ler , 1 , 3 , 2 ... certamente que agora é complicado mas se fossemos ensinados assim e o mundo fosse assim, faria sentido na mesma. Adiante ...

Não só estas frases que falo ajudam a parar a dor e suportar com o peso de culpa e mal estar que temos após momentos circundantes da vida... circundantes porque, se repararmos, em maior parte dos caso, ou não temos sorte, ou está sempre a acontecer o mesmo. O tal, Ciclo da Vida, que o "Rei Leão" ajudou muitas crianças a perceber. Mesmo que estes sejam maus ou bons momentos.
A influencia pessoal também é enquadrada, na minha perspectiva, como uma solução de risco... não pela opinião e ajuda na reflexão em certos casos que demais são valiosos às vezes pela experiência que demonstra-se ter e na capacidade de processamento de informação pelo caso que se assemelha, mas muita das vezes no maneirismo próprio em que certas personas que abundam o nosso território usam e abusam da possibilidade que alguns têm, em encontrar sweet spots em pessoas fragilizadas  que usam da sua "influencia" momentânea e aplicam algo que de pouco têm... a sinceridade e humildade. Casos de certo esquisitos, em que as pessoas que aceitam acham que são inócuos, mas certamente não se apercebem. O mesmo acontece com os políticos. Olhem para a imagem do António José Seguro. Tenho-o dito.
(Eu próprio passei por uma situação semelhante à qual mais valia ter Estado calado. E arrependo-me até aos dias de hoje por o ter feito.) Daí ter a completa noção do meu arrependimento face a este tipo de situações e cada vez mais simplesmente querer incutir uma opinião e o talvez de ser feito de uma maneira mais sensível e estas actuarem de sua própria forma, do que simplesmente "Digam-me o que é que eu tenho de fazer que eu faço!"
Normalmente é fácil para quem se encontra de fora de determinadas situações, pensar de cabeça fria e apelar a uma "solução" plausível... de longe plausível mas, sim, de risco.
Mas jamais quem faz e assenta e afirma este tipo de cenários se apercebe de situações como esta, pois a vida ainda esconde factores caricatos que jamais alguém poderá pensar que eventualmente existam ou sejam assim mesmo.

Ultimamente o a forte crescente de informação que a ciência faz chegar a nós mesmos, tanto seja esta totalmente credibilizada por valores, números e estudos realizados e/ou sondagens feitas ao telefone, jamais o Sr. Povo vai ter a capacidade de dizer o que quer que seja sem que, provisoriamente, pense e reflicta em todo o tipo de casos e experiências relatadas para documentos oficiais ao ponto de poder ter uma vida consideravelmente classificada de "normal". Cada vez mais o fosso entre o meio meio será maior, e haverá os inconscientes que pensam em tudo antes de fazer o que quer que seja, o que leva a crer de nada mais será sentido o que fazem, pois "impulsos" já não os têm, ou têm impulsos a mais em situações que deveriam ser até mesmo pensadas.


Um bom caso de "jogo" que se assemelha a isto mesmo é o xadrez. Acredite-se ou não, apesar de haver estratégia envolvida e muita reflexão e pensamento, vários jogadores de xadrez tomaram certas jogadas, um pouco por impulso pelo simples facto em "acharem" que a jogada que fariam era a melhor. Resultando num grande imprevisto para quem assistia, pois de todo seria o melhor. No final relatou-se que até foi. Sorte por ser um jogo? Ou o impulso naquilo que as pessoas acreditam todos os dias, um dia as levará a algum lado.
Do mal ou menos, ou este se arrependeria por ter tido uma actitude por impulso ou como no caso que se possa ter surgido, até lhe trouxe felicidade no final.

Conclusão... no final de contas, estas "soluções de risco" remetem-se sempre a alguém, sendo estas soluções um perigo para quem espera que as tome sejam de facto agradáveis ou não.
Sei que nada do que apontei aqui está estudado, já que "Soluções de Risco" estão remetidas na vertente da gestão, mas certamente que um dia, para muitos poderá fazer sentido, esta opinião humilde de quem vê o mundo duma forma que os outros também a vêem mas que não são capazes talvez de a dizer.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Deixa-me ir



Pus-me a pensar... em dois sentidos... sentimental e intelectual...
De nada me serve até a data pedir desculpas, mas sem nada a esconder admitir que mudei...  mudei... mudas-te-me... sinto-me uma pessoa nova, não sei se pior ou melhor... mas mudada, diferente, tão diferente que eu jamais seria ou serei de novo a pessoa que inicialmente começou por falar contigo.
Hoje me apercebo que tenho a possibilidade de poder novamente, regredir não digo, mas voltar à minha persona que outrora foi feliz a teu lado inicialmente, por ser quem realmente era. Sem medo de me mostrar quem era e fazer-te sorrir...


A experiência passada, vivida e absorvida contará para tudo...


Já nada perco por pensar para mim mesmo que o que realmente perdi já não poderei novamente ter... e isso são dois lados da mesma moeda que não me arrependo nada de um dia "a ter tido" na mesma mão. Guardo a sete chaves o que é bonito de se viver, citando um grande poeta/musica "a primavera da vida é bonita de viver".

Não posso mudar vontades nem desejos. Só os posso criar... por vontade própria ou não isso certamente acontecerá... mas só o dito "destino", que tanto "desejado" e "apelado" pela nossa gente em acto de "desespero" mencionado tanto por "loucos", os "loucos" do amor, ditará, pelas suas arrogantas e insensiveis vontades, ditará as suas intenções.

Se me incutir a mim mesmo que algo assim o é, conseguirei concretizar-me ao ponto de obter o resultado que pretende... e jamais poderei ser considerado céptico, porque só verei a minha ideia à minha frente, com este dois bons olhos que a verdade sabem ver. Mas será esta a realidade?
Desconhecida por debaixo deste "fungoso" nariz ... jamais sentirá novamente o odor que tanto preenche aquele vazio durante a noite, e o amanhecer.

Sinto que possas saber como me sinta apesar de não o dizer... só não sei se o mesmo espere de ti, apesar de te o ter perguntado e tu própria achares que eu saiba a verdade do que na alma te corre...
Se uma auto-estrada preenchida pelo correr dos nossos pés, de mão dada em direcção ao sol... ou uma avenida de árvores descascadas com uma lua em quarto minguante, atrás de nós a deambularmos em direcções opostas, a subir no céu.


Não me sinto capaz de te entender agora, como jamais te perceberei um dia.
Mulher dos meus desejos, que sei que um dia fiz feliz. Feliz estou por ter conseguido isso... pena minha me corre na veia por saber que jamais poderei continuar tal dita promessa...
Espero que mais tarde valha a pena, para que possas realizar tudo o que tão ambicionas ao lado de quem te possa merecer mais do que eu que sofre por querer te ver sorrir outra vez e te fez sonhar alto, e até quem sabe, a lua ir.


Sente o que aqui escrevo, e devolve-me a paz. Foge desse quarto tão avassalado que é de emancipada luz falsa que brilha para mais pessoas a não ser o teu anjo que te assenta nas costas, e devolve-me a mim a verdade do teu sorrir... Sente que eu jamais te sentirei, podendo novamente ser a pessoa que outrora era e diz-me, diz-me a verdade que tanto quererás dizer!
Sente que aquilo que profanas não é dito à toa e é a realidade que te vai na cabeça, coração e alma.


Devolve-me a minha paz merecida ao te pedir para que te lembres do que realmente foi, e não desculpes a tua visão que só um lado vê, e não quer recordar os momentos que realmente significaram e marcaram o nosso sorriso e alegrias juntos.
É tudo isso que peço...que percebas que o que dizes de nada traz sentido ao que ambos "discutimos" e nada de bom trás ao que pouco ou nada já "conversamos".


De nada me serve isto... será?
Ambiciono alto por tocar onde quero novamente fazer esta mensagem atingir, pois poderá passar ao lado de quem nada tenha perdido, alguém tão importante como tu foste para mim. E que percebas que podemos ser novamente livres mas felizes... e não só um de nós... seria injusto de mim deixar que tal acontecesse, como foi o pesadelo que tive um dia a perder-te... como será de ti injusto uma segunda vez novamente te perder.

Mas de nada mesmo me serve baixar-me ao ponto em mostrar a fragilidade que infliges em mim cada vez mais dando-te mais forças para te sentires superior e continuares por cima de tudo isto como se nada fosse ou se alguma vez nada disto tenha sido o que a historia de nada estava à espera que assim fosse feita. Dando-te a razão que eu nada fui face aquilo que realmente procuravas.

Jamais te poderei dizer a palavra proibida de todos os casais de fresco... mas certamente leva contigo o sentimento, que uma vez fora encontrado à beira do Douro que criou o nosso momento.

...


segunda-feira, 22 de julho de 2013

Assim Assim

Numa relação quando tudo corre mal, ambos os dois, têm a sua razão, mas não há compreensão após explicação para se aperceberem do mal que passam.

O azar do homem é a sorte da Mulher, e o azar desta é a sorte do Menino.

Sem ambos compreenderem o que os envolve, julgam-se. Não havendo razão que chegue para que se compreenda, por vontade própria, sem explicação, mesmo esta sozinha, pedrominante nas suas relações de mão dada com o vazio que aconchega a teoria por detrás da hipotética mentira.
Falso esse pensar, que assenta sobre o pilar da confiança pelas mãos que passa e sente o típico e acostumado amor...Amor este que se vê bem mas nada queima neste frio que sente.
Jamais a relação fora feita para ser compreendida, fora feita para ser amada.

Nada neste cilíndrico órgão aponta para que, este, consiga lidar e aguentar com tamanha pressão que nem mesmo o miocárdio tem a força suficiente para conseguir fazer que esta sensação desapareça... 

Jamais o que foi sentido será esquecido, no entanto a racionalização é mais forte que o espanto sentimental,  fazendo com a pessoa que sente a verdadeira paixão... fuja! fuja para que jamais sofra em vão amando para não magoar. 

Razões são dadas para que se atenue a dor, mas de nada servem quando sabem que a verdadeira vontade do seu sentir são improprias aos ouvidos de quem nos ouve.

William Shakespeare dizia: "Fortes razões, fazem fortes acções."

Pois esta razão insípida de longe será a correspondida à realidade... pois só existe com um propósito e este mesmo só poderá ser compreendido por quem o soube dar. Pois razões com razão são difíceis de se demonstrar e fazer crer para que se possam de bem, por parte de quem tenha a indulgência de ouvir, sentir o que esta sente.

Será para sempre a sensação que um dia se teve momentos felizes na vida, independentemente de como foram vividos, só importa com quem e a felicidade que soube encher os nossos pulmões de sorrisos. 

Já nada mais saberá, o tolo(a) que ama, fazer quando vê toda a sua expectativa destruída por quem tentou sempre satisfazer os desejos e necessidades expressas directa e indirectamente por parte de quem o sempre tomou por seguro. De nada lhe serve, nem quase que de nada lhe serviu, exprimir-se, pois o fim estaria traçado. De longe, mesmo que tivesse feito de forma diferente, não é com fósforos e acendalhas que se acende simplesmente a chama que bombeia o sangue do nosso sentir.
Mas de maneira alguma uma salva de palmas será dada em torno da reinserção sobre o meio, da qual nos distanciamos tanto, no qual sabíamos o que era necessário ser feito para mostrar o que éramos, cada um para si e para o próximo, realmente ser o que é, sem esconder nada.
Pois assim, então, apercebo-me do seguinte... 

"Nem sempre a saudade faz bem ao ponto de nos apercebermos que é com Ela que queremos viver ate ao fim das nossas vidas."

Num momento de epifania minha, em que atinjo a luz da noite, naquele lugar que de vazio por si grande demais para que me consiga aconchegar o suficiente, consegui-me debruçar sobre algo que possivelmente já possa ter sido dito. Rapidamente consigo ter um "papel e caneta" à mão para conseguir sustentar o meu devaneio... que apesar de poder ser plagio... até obter a verdade sobre esta considera-la-ei como minha, pois o Google nada me diz.
Mas é visível o que este demente sem razão, se apercebe aos poucos que toda a esperança é pouca, apesar de longe morrer, não guarda qualquer expectativa mas retém em si a vontade de um dia voltar a soltar o extrovertido que há em si e saber novamente, quem sabe, partilhar novamente emoções, sorrisos e gargalhadas com quem, assim assim, o fez sentir como uma criança, que é e sempre será, a correr atrás de borboletas.

Para saborear o momento:
(All rights reserved to the author and the band Imany for the song "Ready for love")

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Rui Unas - Show do Unas - Poema:"Zzzz Zzzz Zzzzz"


Tenho-vos a dizer que tal é soberbo. Jamais se verá e ouvirá algo assim! Fiem-se nas minhas palavras que irão por um bom caminho. Ora vejemos:


Todos os direitos reservados ao autor deste texto e produtor e director do programa Show do Unas


O Texto segue-se assim. Vede primeiro e depois então leio-o. :P

(som do mosquito)

"zzzz zzzzz zzzzz
Não é legenda de BD
Mais o que se ouve
Mas não se vê.

Entre crepúsculos cerramos pestana,
Quando peste alada nos atazana.

Um vil zumbido a meio da noite
castiga mais que na nádega um açoite.

Não sei se é de mel como mosquito
Deixa-me aflito,
Alto, quase grito.

Sinto o bater das suas asinhas,
E enquanto o meu sangue rapinas
Tu merecido sonho assassinas.

Aguardo com inercia que pouses.

Estou paranóico,
Já oiço vozes,


Sinto comichões por todo o corpo
Em suor esperneio como um louco.

E há silencio... por tempo... pouco.


...

Quando o assunto por fim está esquecido
à puta, já me pousaste no ouvido.
Esbracejo e pousas-me na testa,
Acabando com a pouca paciência que me resta,

Da noite o escrutem,
Do sono bruma.


Ganas de arrancar-te as asas uma por uma
A minha derme será a sua tumba.

Esmagar-te-ei corpo e cabeça
Sem que amanheça,
Sem alguma pressa,


Prometo, para mim é mais que certo,
Irritante e miserável insecto.

Mais possesso quando reparo fico,
Que sem aviso me deste um pico.

Infame bicho,
Tu tens mil manhas
sugas-me o sangue das entranhas.
Raios!!!
É já uma questão de honra,

Este acéfalo morrerá, porra.
Vampiro antro-pede de hemofílico,

Aceleras-me o batimento cardíaco,
De raiva, de nervos até ah loucura,
Acendo a luz à tua procura,
nas paredes brancas de todo o quarto,
preparo ambas as mãos para o impacto.

Mas tu és esperta,
Sabes que te mato.

Se a voar ao meu alcance te caço,
Por isso das tréguas de investida.
E não das nenhum sinal de vida.

Apago a luz,
Afago a almofada,
Inspiro...
Suspiro...

Acabou-se.

Quando de novo ao longe zzzz oiço,
Desespero...
Dou chapadas no braço, na perna, no ombro e no cachaço.

Irra, merda o que é que eu faço?
Não estou num circo e sinto-me palhaço?

Recorro a mais esperta evasiva
Praguejo a insurdina:
Expectativa.

Cubro-me com os lençóis só com uma frincha de ar,
Transpiro, até a cabeça incha,

Com os suores lençóis são sudário
A cama o meu atroz calvário,

Puta da melga que desassossega,
E que me ganha nesta refrega.

Será maldito o cabrão do mosquito,
Que tem as minhas veias como fito.


Cansado, desta contenda desisto.
Levanto-me, e vou fazer um programa sobre isto..."



sexta-feira, 5 de julho de 2013

Eu não sei, mas assim morrerei

Eu não sei
O que sabes,
Eu só dei
O que me davas.

Senti em ti
o mal que sempre temi,
 
Esquecer o que é dar
e querer sempre receber,
Não sabendo mais tarde amar
o bom de nos ter!

Sinto que já te disse isto,
"Amo-te", mas não te provo isso...

Sei a verdade
e verdade esta só uma.
Culpado sou por esquecer
O meu entregar ao teu amar,

Mas não ajudaste,
Não aceitaste e choraste.

Não sei quem começou,
Achara que nao teria sido eu
Talvez, quem sabe, não fosse quem sou
Não admitiria que o erro fora meu.

Digo-te aqui, que choro por saber
Que jamais, algum dia o que sentimos voltará a renascer...

Choraste com ser
Com verdade
Mas a meu ver
Faltou-te honestidade,

Não por não saber ouvir,
Mas não saber compreender quando te estava a pedir.

Uma vez faltou-me o ar
Não por nao conseguir respirar
Mas por causa desse 'longe' de amar
Que um dia sabia que me irias deixar...

Sinto-me asfixiado
por não saber dizer obrigado

Obrigado pelas vezes,
vezes sem conta à espera
Retida pelas promessas
não dando a devida importância dessa.

Orgulhoso de mim
Falhei por pensar, que era eu que mal me senti.

Senti que não devia,
pensando que podias aprender
mas era eu que falhará ali
no ceio de te compreender!

Percebo que estar
Significa mais que dar

Muita das vezes não pelo sentido de tocar
mas pela lembrança
que outrora uma rica memoria de aos anjos agradar
o que nunca jamais foi após França.

Nesses caminhos do meu ser, me perco, e envelheço
Em não te encontrar, quando te peço, nos locais onde sei que cresço.

E por nao saber estar
Foi então que me apercebi,
Para ti ja nada me restava para te agradar
Simplesmente mudar por ti,

Mas mudar um homem que se ama
De longe é amor, é o desejo de termos algo que de maquina ao longe a vista nos cansa.

Agora vejo em mim
a vontade de te querer feliz,
mais uma vez assim,
sabendo que vou ter que te deixar ir.

Por nós...

"A felicidade é o merecido sentimento que ambicionamos..."

Ambição minha eterna
em estar sempre a teu lado para te agradar.

Mas amor meu
jamais me amará por intenção minha.
Encontrar-se-á feliz dentro de peito seu,
Como saberá exprimir o sentimento que sempre tinha.

Jamais deixarei influenciar
As tuas forças para continua.

Sentiremos que ambos nos queremos.
Despolete-mos vontades improprias um no outro,
Romperemos barreiras juntos
e ultrapassaremos magoas,

Ja nada me adianta falar
para ti, nada serve para me perdoar.

O meu sofrerá com o teu
Amando-me assim, livremente, por ser quem sou
E amando-te assim a ti
Por ser simplesmente quem és

Não mudes nem deixes mudar
Quem um dia não ter soube prezar,

Outrora aquela moça doce
Compacta de seu jeito,
Deverá ter sentido que tudo fosse
Acabar desta maneira, sem magia, dentro do seu peito.

Assim sendo, um pouco infantil de meu jeito
Não soube falar o que mal tivera feito.

Não procuro perdão,
So quero que partas pois ja nada basta.
Nada foi em vão,
Pois o caminho que se escolhe nem sempre é o melhor para a alma.

Mas...

Eterno meu ser
Ambicionando te ter
Desta vida tirar o saber,
do que foi te Amar e depois, assim, morrer!


(Autoria de José Pedro Pereira - Editado à data: 02-07-2013)

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Naughty Boy - La La La (feat. Sam Smith)

Musica lançada a 17 de Maio de 2013, com videoclip gravado para acompanhar a musica a 18 de Abril de 2013. Para mais info.
Há simplesmente algo nesta musica, que se apropria a cada momento da minha vida, em que pelo menos tenho vindo a passar.
All in all... apreciando bem o contexto da musica, e de me aperceber que o "pop" da musica é bastante trendy, estando bastante actual com o que hoje em dia se faz e se ouve. Basta simplesmente experimentar inserir a musica na comunidade, dentro dos "mainstreamers" que a musica ganha sucesso em qualquer lado. Como foi já na Inglaterra em Maio, na altura da sua estreia também uma das que se vendeu mais rápido e fora top1 nas tabelas.
Sem duvida que a nível musical há muito mais para oferecer do que a aquilo que Portugal tende a vender.


"Hush, don't speak
When you spit your venom
Keep it shut I hate it
When you hiss and preach
About your new messiah
'Cause your theories catch fire


I can't find no silver lining
I don't mean to judge
But when you read your speech, it's tiring
Enough is enough


I'm covering my ears like a kid
When your words mean nothing
I go la la la
I'm turning up the volume when you speak
'Cause if my heart can't stop it
I find a way to block it I go
La la, la la la
La la, la la la
I find a way to block it I go
La la, la la la
La la, la la la


Yes our love is running out of time
I won't count the hours, rather be a coward
When our words collide
I'm gonna drown you out before I lose my mind


I can't find no silver lining
I don't mean to judge
But when you read your speech, it's tiring
Enough is enough


I'm covering my ears like a kid
When your words mean nothing
I go la la la
I'm turning up the volume when you speak
'Cause if my heart can't stop it
I find a way to block it I go
La la, la la la
La la, la la la
I find a way to block it I go
La la, la la la
La la, la la la
I find a way to block it, oh
La la, la la la
La la, la la la
I've found a way to block it I go
La la, la la la
La la, la la la


I'm covering my ears like a kid
When your words mean nothing
I go la la la
I'm turning up the volume when you speak
Cause if my heart can't stop it
I find a way to block it I go


I'm covering my ears like a kid
When your words mean nothing
I go la la la
I'm turning up the volume when you speak
Cause if my heart can't stop it
I find a way to block it I go
La la, la la la
La la, la la la
La la, la la la
La la, la la la"

(All rights reserved to the author and the band Naughty Boy® - La La La®(feat. Sam Smith))




(All rights reserved to the author and the band Naughty Boy® - La La La®(feat. Sam Smith))
 
P.S. O vidceclip ta engraçadissimo.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Bombay Bicycle Club - You Already Know

Há algo, nesta musica, especialmente na letra... que me faz pensar bastante no passado...

" The moment we forgot we were just good friends,
I moved my arm her face went red again,
One more bus home
another silent weekend.

They said love was painted gold
Like all things growing old
The paint peels and slowly falls...
You already know.

Looking out the glass
always sit together,
We both know we could be someone better,
Not with our heads like London weather.

Said love was painted gold,
Like all things growing old,
The paint peels and slowly falls...
You already know. "
 (All rights reserved to the author and the band Bombay Bicycle Club® - You Already Know®)
 





(All rights reserved to the author and the band Bombay Bicycle Club® - You Already Know®)
 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Horas Rubras

Horas profundas, lentas e caladas
Feitas de beijos rubros e ardentes,
De noites de volúpia, noites quentes
Onde há risos de virgens desmaiadas...

Oiço olaias em flor às gargalhadas...
Tombam astros em fogo, astros dementes,
E do luar os beijos languescentes
São pedaços de prata p'las estradas...

Os meus lábios são brancos como lagos...
Os meus braços são leves como afagos,
Vestiu-os o luar de sedas puras...

Sou chama e neve e branca e mist'riosa...
E sou, talvez, na noite voluptuosa,
Ó meu Poeta, o beijo que procuras!
 (Todos os direitos reservados exclusivamente por omissão, ao texto anterior, a/de: Flor Bela de Alma da Conceição®)