Antes de mais, para percebermos o que advém, tenho que dar o meu lado da perspectiva sobre o que são Soluções de Risco, sem nada a ter a haver com o carácter de negocio e gestão, que este termo tanto tem.
Soluções de Risco - são todo o tipo de hipóteses colocadas, em alguns casos sugestionados por outrem, que trarão uma conclusão a uma problema circunstancial da vida ou não, imediato, no entanto que inadvertidamente num futuro próximo ou a longo prazo possam trazer arrependimento para a pessoa que a tomou, apesar de até estar bem de vida.
É um risco poder vir apontar para um blogue com intuito próprio tanto de devaneio do titular como para afirmar o que a sociedade sente e passa pelos meus próprios olhos, em muitas das questões, sem ser realmente aquilo que queiram expressar.
Não me enquadro nos ritmos cardíacos da nossa comunidade quando esta, no seu próprio estigma, tem por intuito fazer tudo menos o que é previsível.
Serei eu o mal acostumado ou seremos simplesmente todos cegos da esperança que um dia alguém compreenderá todo o nosso mal?
Poderá haver o perdão puro, com a vontade de um dia deixar para trás simplesmente o que esteve mal e não esquecer tudo aquilo esteve antes e depois do acto classificado de maligno?
Poderemos nós seres, racionalizar correctamente de acordo com as nossas próprias convicções, modos de pensar, sentimentos, características próprias que todos os dias nos definem como próprios, únicos e até mesmo muita das vezes inoportunos nas nossas próprias maneiras de ser, a casos próprios da vida que só a nós nos dizem respeito, pois fôramos nós que os tivéssemos criado sem que seja necessário recorrer a outros para que estes possam expressar as vontades que têm no momento em agir de tal situação, só porque afirmam saber o que fazer e fazer bem, já que de longe se encontram perturbados pela historia decorrida nos corpos de quem assistem, e tomam por vontade uma obrigação em mudar o decorrer da história fazendo com que alguém possa sofrer?!
As frases, outrora, feitas por senhores biblicais, que se distinguem pelo apreso da população mais que comum que nega o acto de pensar e agir da forma , nos seus casos reais, mais correcta e assertiva com intuito de acreditar naquilo que fará sem se arrepender, dão a nós mesmos a força escondida em nós e semelhança que encontram relativamente a estados de espírito. Mas o estado de espírito em que esta frase tivera sido dita, certamente que, encontrava-se subjacente a um momento especifico da vida de quem a profanou. Obviamente não querendo dizer que esta não pode-se ser enquadrada no meio de tantos outros casos. No entanto, há momentos em que nós próprios temos de olhar para nós mesmos e sentir no nosso palato as próprias palavras que queremos que sejam realmente ditas. Sem nada a esconder, porque é que nós, seres que nós próprios nos caracterizamos comuns, com um sentido em rodeio da vida de esquisito, sem um dia sermos recordados por todos o quão grande que fomos pessoal ou intelectualmente, arriscamos o mesmo e construímos nós mesmos essas frases feitas que distinguirão o nosso lado negro, que é, os momentos essenciais de aprendizagem que a nossa vida nos reserva e/ou reservou?
Se tudo isto é enquadrado como uma pergunta muito genérica, a meu ver, decerto que as pessoas que possivelmente leiam isto acharão que isto é a solução para os seus problemas. E no meu entender, este tipo de questão é uma solução de risco.
E isto tudo, porque, das piores actitudes que possamos tomar, apesar de ajudar, é utilizar algo completamente questionável como uma solução e bom partido, mas com resultados gratificantes.
O risco, no meio de tudo é o facto de indevidamente trazer consequências maiores para quem lê o que os outros citam. Quebramos um conceito de originalidade própria, mas aumentamos um estatuto de cultura... talvez nem isso, já que a "World Wide Web" é o melhor amigo do cão (woops)... (reformulando) melhor amigo do Homem. Uma simples pesquisa, encontramos algo que se assemelhe ao que nos aconteceu para a frase ser considerada, feita! É feita, não só para um caso, mas milhões deles, mesmo até que não tenha sido com esse intuito.
Frases soltas há imensas, mas como aquelas que passam na cabeça de muitas pessoas na altura dos acontecimentos, não há igual. O mesmo definiu estas quando foram escritas. Algo que sai, não por ser natural e sentido, e é refeito um ou duas vezes para atingir o objectivo de fazer um sentido tremendo, de longe que merece o agrado de quem quer seja. No entanto continuam a ser uma solução para todo o tipo de casos.
Tanto, estas mesmas frases, não são as únicas a sofrer do mesmo síndrome... já que tanta gente se queixa de originalidade, sou humilde ao ponto de admitir que isto só é possível quando temos uma certa influencia do mundo que nos rodeia, se não fosse isto, não seriamos quem somos hoje... a começar com o 1ª ano de escolaridade onde tudo começa... "ler" e "escrever". Desde pequenos que somos influenciados, mas influenciados sobre a ideia correcta que tudo está bem, até nós mesmos assimilarmos o tal 1+1=2 e percebermos que se tivesse dito aos pequenos que o 2 era 3 e o 3 era 2 ... até hoje, o mundo faria sentido pela simples presença que só um especialista na área conseguiria descrever o termo correcto para este assunto que aqui retrato. Por dizer um, dois três e estar a ler , 1 , 3 , 2 ... certamente que agora é complicado mas se fossemos ensinados assim e o mundo fosse assim, faria sentido na mesma. Adiante ...
Não só estas frases que falo ajudam a parar a dor e suportar com o peso de culpa e mal estar que temos após momentos circundantes da vida... circundantes porque, se repararmos, em maior parte dos caso, ou não temos sorte, ou está sempre a acontecer o mesmo. O tal, Ciclo da Vida, que o "Rei Leão" ajudou muitas crianças a perceber. Mesmo que estes sejam maus ou bons momentos.
A influencia pessoal também é enquadrada, na minha perspectiva, como uma solução de risco... não pela opinião e ajuda na reflexão em certos casos que demais são valiosos às vezes pela experiência que demonstra-se ter e na capacidade de processamento de informação pelo caso que se assemelha, mas muita das vezes no maneirismo próprio em que certas personas que abundam o nosso território usam e abusam da possibilidade que alguns têm, em encontrar sweet spots em pessoas fragilizadas que usam da sua "influencia" momentânea e aplicam algo que de pouco têm... a sinceridade e humildade. Casos de certo esquisitos, em que as pessoas que aceitam acham que são inócuos, mas certamente não se apercebem. O mesmo acontece com os políticos. Olhem para a imagem do António José Seguro. Tenho-o dito.
(Eu próprio passei por uma situação semelhante à qual mais valia ter Estado calado. E arrependo-me até aos dias de hoje por o ter feito.) Daí ter a completa noção do meu arrependimento face a este tipo de situações e cada vez mais simplesmente querer incutir uma opinião e o talvez de ser feito de uma maneira mais sensível e estas actuarem de sua própria forma, do que simplesmente "Digam-me o que é que eu tenho de fazer que eu faço!"
Normalmente é fácil para quem se encontra de fora de determinadas situações, pensar de cabeça fria e apelar a uma "solução" plausível... de longe plausível mas, sim, de risco.
Mas jamais quem faz e assenta e afirma este tipo de cenários se apercebe de situações como esta, pois a vida ainda esconde factores caricatos que jamais alguém poderá pensar que eventualmente existam ou sejam assim mesmo.
Ultimamente o a forte crescente de informação que a ciência faz chegar a nós mesmos, tanto seja esta totalmente credibilizada por valores, números e estudos realizados e/ou sondagens feitas ao telefone, jamais o Sr. Povo vai ter a capacidade de dizer o que quer que seja sem que, provisoriamente, pense e reflicta em todo o tipo de casos e experiências relatadas para documentos oficiais ao ponto de poder ter uma vida consideravelmente classificada de "normal". Cada vez mais o fosso entre o meio meio será maior, e haverá os inconscientes que pensam em tudo antes de fazer o que quer que seja, o que leva a crer de nada mais será sentido o que fazem, pois "impulsos" já não os têm, ou têm impulsos a mais em situações que deveriam ser até mesmo pensadas.
Um bom caso de "jogo" que se assemelha a isto mesmo é o xadrez. Acredite-se ou não, apesar de haver estratégia envolvida e muita reflexão e pensamento, vários jogadores de xadrez tomaram certas jogadas, um pouco por impulso pelo simples facto em "acharem" que a jogada que fariam era a melhor. Resultando num grande imprevisto para quem assistia, pois de todo seria o melhor. No final relatou-se que até foi. Sorte por ser um jogo? Ou o impulso naquilo que as pessoas acreditam todos os dias, um dia as levará a algum lado.
Do mal ou menos, ou este se arrependeria por ter tido uma actitude por impulso ou como no caso que se possa ter surgido, até lhe trouxe felicidade no final.
Conclusão... no final de contas, estas "soluções de risco" remetem-se sempre a alguém, sendo estas soluções um perigo para quem espera que as tome sejam de facto agradáveis ou não.
Sei que nada do que apontei aqui está estudado, já que "Soluções de Risco" estão remetidas na vertente da gestão, mas certamente que um dia, para muitos poderá fazer sentido, esta opinião humilde de quem vê o mundo duma forma que os outros também a vêem mas que não são capazes talvez de a dizer.
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