terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Até a "Aquele" Dia!

Deambulo por entre paredes
que protegem a estrada onde caminho
e me dirijo para um lugar abandonado
outrora um sitio com uma noite a recordar
apos um belo manjar
com outra face senao as do meu lar
cujo qual visito diariamente
para parar e pensar
ouvindo o desfazer da agua no seu paradao
atormentado pela perseguição de um cao
nada me impede de a continuar a amar
acolhido pelo frio
abraçado pelo vento
iluminado pela noite
de breu sombrio
que me faz sentir escolhido
nada me impede de sonhar
observando os navios que de sua carga la longe no horizonte
nao é tristeza que carregam certamente
mas que o mar é a sua esperança
nao sabendo o que fazer
mas com forças pa continuar talvez a acreditar
que terei de aguentar
uma dor de quem só sabe amar.
E que este oceano
que lava a minha alma
e me quer sentir
sei que de sua grande força
na sua propria natureza
com prioridade ao que é de bater nos rochedos
nao querem um chorar para agua nele acrescentar.
Amo quem devo
porque só eu sei no que me meto
nao sabendo bem onde irá dar
irei continuar a vaguear
protegido entre casas
por aquela estrada que novamente irei atravessar
até mais tarde aqui um dia voltar
e que um dia entao
me possam acolher em leito com coração
com disponibilidade de novamente me amar.

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