Sinto-me um típico aventureiro, como todos os outros que o são e o pensam ser todos os dias, que a vida deveria ser vivida como qualquer aventura que nos passa à frente quando vamos de ferias com os amigos acampar ou explorar outras cidades a nível nacional/internacional quando se encontram muitas das vezes em apuros parra saber o que haverão de fazer quando se sentem em apuros e acabam sempre determinados a safarem-se e a regressarem ao local onde estão alojados.
Mas duma forma esquisita que quando mais me apercebo isso, para mim é uma aventura pessoal, à procura de quem um dia fui, e de quem eventualmente agora estou a ser, mas que mais tarde ambiciono ser totalmente diferente e um pouco talvez como era.
Não são todos os dias que temos alguém a entrar no mesmo comboio que nós e que nos diz o que vai comer para o jantar e nos pergunta se queremos ir a sua casa jantar, só porque sabe que a Mãe deste, que de sua idade aproximava os 40, diria que não se importaria de por mais um prato na mesa, mesmo que a comida que iria comer nesse dia iria ser encomendada na churrascaria.
E de sua grande gentileza que teve perante a minha pessoa e de outras de mais que me acompanhavam ou estariam também presentes, foi de mim que saiu a resposta que não queria dar trabalho à Mãe do bom senhor. Quando nestas ocasioes é desta aventura que procuro, que mais uma vez me perco nos meus pensamentos, e da forma como muitas das vezes deva de agir perante situações caricatas e constrangedoras e que talvez por muito bem que saiba, de minha alma, como as deva interpretar e enfrentar, caiu muitas das vezes no pecado de nao saber comportar-me como um guerreiro que de nome, não é Indiana Jones, e que saiba o que fazer como deveria ser feito.
"De meu erro peco, porque tambem de pecar erro." Noutras palavras, por errar em certas situações em que deva tomar uma atitude, estou a pecar por não as cumprir e fazer, enquanto noutras situações que de minhas atitudes impensáveis e incompreendidas, quando não me deveria sentir mal por as fazer, mas que sei que estão mal, peco ao faze-las e de si mesmo ao pecar estou a cometer novamente um erro. Eterna confusão que persistirá nos aventureiros, como eu, que muitas das vezes procuram o porquê destas situações todas, quando devemos tomar posições às quais nunca ou raramente as tomamos, e se sentem sempre constrangidos em pensar se a pessoa, que pensa assim, será mesmo a pessoa que quer eventualmente ser, ou foi, ou que de si sabe que nunca se irá perdoar por todos os erros que tomou na sua vida. Mas é de esperar que deste simples, e comum, ser humano, igual a todos os outros, que talvez de si mesmo saiba que poderá ter opiniões, pensamentos, e até mesmo atitudes diferentes, irá ser sempre igual. Pensar, divagar, e queimar neurónios e derreter a alma em cera e arder o coração por entre carvão, que neste brotará diamante, só mesmo anos mais tarde irá compreender que o seu pressuposto objectivo é que na sua vida isto tudo está destina a lhe acontecer, mas para puder ter capacidades sobre si mesmo, de admitir que como é ser humano, que sabe viver como um aventureiro e acreditar que não peca nem erra em tudo o que faz ou deixa de fazer na vida, mas que está a valer a pena para puder compreender o que desta vida, tudo se torna uma aventura, e que simplesmente faz parte de um trajecto que já de si completamente programada e determinado que tem eventualmente de enfrentar num longo percurso e estrada que grande que é, de enfrentar grandes desafios no seu percurso e saber vive-los e aprender com estes.
E espero que um dia mais tarde qualquer pessoa que me tenha julgado a este nivel, cujo os quais sei, e que sei de minha alma que errei e pequei muito até estes dias aos olhos destes mesmos, que percebam que estava tudo determinado a que fosse assim, pois assim aprenderei e que me possam dar uma nova oportunidade de viver novamente pa mais uma aventura, talvez a seus lados, ou ate mesmo sozinho, se assim for destinado a acontecer, para não errar e pecar novamente.
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